
Comer, Rezar, Amar
(Eat, Pray, Love)
Ano: 2010
Gênero: drama
Mídia: Cinema
A história de Comer, Rezar e Amar poderia ser resumida como a atual situação da humanidade, individualismo. A protagonista do filme, muito bem interpretada por Julia Roberts, após visitar um xamã de Balli descobre que sua vida é uma porcaria (!), o tal xamã fala a ela que terá 2 casamentos um longo e um curto, após isso volta para sua casa e resolve se divorciar e fazer uma viagem por 2 anos, simples assim.
O filme passa uma idéia de que o amor é algo frágil e com prazo de validade, ao mesmo tempo que nas três paradas que Elizabeth faz, o destaque é justamente o amor, ou seja, a mulher que se livrou do compromisso permanece em busca de algo que no início do filme se mostrou intangível.
Algo muito irritante é a sensação de que todos ao redor da protagonista tem algo de interessante a ensina-la, seja o texano rude ou a “mulher” do xamã, todos possuem uma frase de caminhão (ou auto ajuda) para elevar o espírito de Elizabeth.
Não é um drama, não é um romance, não é uma comédia romantica é uma espécie de filme de auto ajuda para mulheres quarentonas, que tem o intuito de mostrar que qualquer mulher é capaz de buscar a felicidade, desde que você tenha condições de fugir do mundo por dois anos viajando por lugares como a Italia, Índia e Balli, algo muito palpavel, se você tiver algumas centenas de dólares para torrar sem preocupações…
Um filme que mostra o quanto o ser humano é individalista e como a idéia de familia está falída, tudo isso romantizado.
Nota: 5,7







Ler o livro então nem pensa?!?!?!?
Me falaram que o livro é melhor, mas o filme me desanimou totalmente.
Filme de mulherzinha…