Cinefilando Crítica: Planeta dos Macacos: A Origem

Planeta dos Macacos: A Origem

Ano: 2011

Gênero: ação

Mídia: cinema

Chegando ao cinema para “enfrentar” o Lanterna Verde, tive que fazer outra escolha, pois a única sala de exibição do filme estava com um show para a noite de terça. Após uma olhada rápida na lista de filmes resolvi assistir ao prequel Planeta dos Macados: A Origem, uma boa escolha.

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Cinefilando Crítica: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2

(Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2)

Ano: 2011

Gênero: aventura

Mídia: cinema

Newton X. faz um breve resumo sobre a saga Harry Potter e seu último filme.

Ainda em exibição nos cinemas brasileiros, clique aqui e veja o trailer.

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Antes de tudo aviso ao leitor que não vou discutir a transposição do livro para o cinema. Quem visita o Cinefilando sabe o que é um livro e o que é um filme, e que há a diferença entre eles, certo?

É verdade que a série Harry Potter é, digamos, “adaptável” ao cinema. A narrativa bastante “visual” de J. K. Rowling facilitou demais a transposição, de modo que um leitor não se sente traído e encontra nas cores do cinema muito das páginas do livro. Sendo assim vou me ater ao Potter cinematográfico, sem esquecer que ele saiu da literatura.

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Cinefilando Crítica: Assalto ao Banco Central

Assalto ao Banco Central

(Assalto ao Banco Central)

Ano: 2011

Gênero: policial

Mídia: cinema

Quarta-feira, 20 de julho, pré-estréia de Assalto ao Banco Central em SP, antes da sessão começar uma breve apresentação do filme pelo diretor Marcos Paulo (diretor de novelas, como Roque Santeiro e Malhação), o simpático Milhem Cortaz (Tropa de Elite 1 e 2) e Lima Duarte (Boleiros, 2 Filhos de Francisco) visivelmente entediado.

O filme conta a história do assalto ao Banco Central ocorrido em Fortaleza em 2005, onde foram roubados aproximadamente 164 milhões de reais por um túnel subterrâneo.

Logo no início uma cena de impacto para deixar claro que a intenção do diretor é fazer algo diferente dos seus trabalhos na TV, mas não é bem assim…

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Cinefilando Crítica: Meia Noite em Paris

 

Meia Noite em Paris

(Midnight in Paris)

Ano: 2011

Gênero: comédia romântica

Mídia: cinema

Uma crítica por Newton X. .

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A festa de Woody Allen em Paris

O espaço urbano e suas possibilidades sempre foram o tema forte do nova-iorquino Woody Allen. Ultimamente ele tem deixado de lado sua cidade natal e ambientado suas histórias em outras paragens, como Barcelona, Londres e agora a Cidade Luz.

A obra pode ser classificada como uma comédia romântica, e mostra que essa categoria de filme tem muito mais do que “Hugh Grant”, “Julia Roberts” ou idealização de relações amorosas. As coisas são bem conduzidas, há um diretor atrás das câmeras e não uma “grife” para estampar cartaz, deixando em cada detalhe seus traços autorais sutis.

Entre os atores, assumo que Owen Wilson arrebentou – espero que esse filme seja um ponto de inflexão em sua carreira. Enfim, toda a constelação que participa do filme não faz feio. Sublinho as atuações de Kathy Bates como Gertrude Stein e Corey Stoll na pele do grande Ernest Hemingway.

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Cinefilando Críticas: X-Men: Primeira Classe

X-Men: Primeira Classe

(X-Men: First Class)

Ano: 2011

Gênero: ação

Mídia: cinema

Segunda-feira fria em SP, pré-estréia de um dos mais esperados filmes do ano: X-Men Primeira Classe.

Ao analisarmos a franquia de filmes sobre os mutantes só poderíamos ter uma expectativa baixa em relação a qualidade deste novo filme, afinal X-Men I e II não passam de regulares, X-Men III é ruim e Wolverine muito ruim! Mas para quem cresceu acompanhando a trajetória dos mutantes nos quadrinhos sempre sobra um pouco de esperança, e com esse sentimento lá fui para a pré-estréia. Salas lotadas e a ansiedade no ar, o filme começa…duas horas e vinte minutos depois chega ao fim, a sensação é apenas uma “finalmente acertaram”.

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Cinefilando Críticas: O Vencedor

O Vencedor

(The Fighter)

Ano: 2010

Gênero: drama

Mídia: cinema

A primeira cena de O Vencedor revela o por que do favoritismo de Christian Bale ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, é chocante ver o ator como um esqueleto vivo nas imagens iniciais, mais do que isso Bale choca pela sua atuação realista como um viciado em drogas.

História de um boxeador, Micky Ward (Mark Wahlberg) que não tem sucesso em sua carreira, seu irmão Dicky Ecklund (Christian Bale) um ex lutador viciado em crack que o treina, junto com sua mãe (Melissa Leo)o agência.

O grande mérito da obra do diretor David O. Russell é mostrar uma realidade comum, porém ignorada, o egoísmo e o quanto este egoísmo pode prejudicar, até mesmo, as pessoas que gostamos e que fazem parte de nossas vidas. Claramente a mãe de Micky só tem olhos para o seu filho problemático, e explora Micky para obter lucro, tanto que coloca a vida dele em perigo e não sente a menor culpa. Egoísmo também é uma constante na vida de Dicky, não se importa com o futuro de seu irmão, pensa apenas em um dia voltar a lutar e mais do que isso pensa apenas no seu vício.

Além de ser explorado pelas pessoas que deveriam o ajudar Micky ainda possui um pai dominado pelas esposa, irmãs sangue sugas e uma namorada entrometida, sem se esquecer de seu subemprego, pois não consegue se sustentar apenas lutando. Mesmo com tudo o protagonista busca a superação e finalmente conseguir se tornar um vencedor.

O drama familiar é o ponto forte do filme, já as lutas não se pode falar o mesmo, os atores não convencem, e a direção também falha por deixar as lutas francas e abertas, algo inexistente no boxe moderno. Ponto positivo para a fotografia que nos transporta para uma transmissão realista de tv.

A atuação de Bale ganha um mérito ainda maior ao final do filme, pois é mostrado Dicky Ecklund “real”, os trejeitos, modo de olhar e falar são extremamente iguais ao de Bale durante o filme! Perfeito!

 

Nota: 7,9

Cinefilando Crítica: Cisne Negro

Cisne Negro

(Black Swan)

Ano: 2010

Gênero: suspense/drama

Mídia: cinema

Como definir o gênero de Cisne Negro? Talvez como uma mistura entre drama, suspense, fantasia, mas vai muito além disso tudo…

O diretor Darren Aronofsky possui em sua curta filmografia dois dos melhores filmes já realizados Requiem para um Sonho (2000) e O Lutador (2008), incrivelmente consegue somar mais um filme sensacional: Cisne Negro.

Contando a história de uma bailarina (Nina – Natalie Portman) que depois de muito trabalho árduo consegue se tornar a estrela principal da companhia novaiorquina de balé, sua primeira peça será O Lago dos Cisnes, porém após se tornar a protagonista se vê perseguida por uma jovem bailarina (Lily – Mila Kunis). Basicamente esta é a história, mas o roteiro vai muito além, Nina vive apenas para a dança e a dança a consome, além do que, se vê cobrada pela figura de sua mãe (Erica – Barbara Hershey) que abandonou a dança devido a gravidez.

Um dos grandes destaques do filme é a sua fotografia, que se altera conforme o desenvolvimento do filme e busca ângulos incomuns (no cinema americano) em certos momentos a câmera torna o espectador uma sombra de Nina a seguindo e fazendo com que se torne cúmplice dela, em outros os closes confrontam os personagens de maneira quase esmagadora. Existem momentos de extrema angústia durante o filme e a câmera é posta de maneira que nos força a assistir, genial.

Natalie Portman está perfeita e justifica o seu Globo de Ouro, e dificilmente não levará o Oscar de melhor atriz, destaque também para Mila Kunis que parece ter conseguido dar uma nova guinada em sua carreira depois da série That’70s Show.

A trilha é praticamente perfeita, a junção entre musica clássica e cinema é perfeita, no caso de Cisne Negro, cada musica parece ter sido escolhida a dedo, se encaixando perfeitamente com o roteiro.

Um filme que mostra a busca da perfeição, e como isso pode ser perigoso.

 

Nota: 9,4

 

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